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“A Verdade Nua e Crua”… de Kevin O’Leary

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Aquela mulher em Beacon Hill estava longe de ser pobre. Tinha meios, mas nunca aprendera a gerir as suas finanças. Tinha medo e estava sozinha. Os olhos encheram-se-lhe de lágrimas. Se estivesse a fazer-me uma proposta no Lago dos Tubarões, eu dir-lhe-ia:

— Controle-se. As lágrimas não acrescentam qualquer valor à proposta.Nos negócios, o dinheiro e as emoções não combinam. Mas aquela mulher não estava a pedir-me dinheiro. Não estava a propor-me uma ideia. Estava a pedir-me ajuda. E eu queria ajudá-la.Tentei obter mais algumas informações.— Como recebe agora o seu dinheiro? — perguntei.

— Todos os meses, o rendimento dos investimentos é depositado diretamente. E depois há outro depósito automático que me aparece na conta uma vez por mês, só não sei bem de onde vem. Uso o cartão bancário para fazer levantamentos das contas. Tenho tanta vergonha de saber tão pouco sobre as nossas finanças!

— Já falou com o seu gestor de conta?

— Já, mas não percebo nada do que ele me diz. Nunca fui muito boa com dinheiro, e era por isso que o meu marido tratava de tudo.

— E porque veio pedir-me ajuda?

— Talvez porque acredito que me dirá a verdade.

Inclinei-me para ela como se fosse dar-lhe a informação mais importante que alguma vez receberia.

— Ouça-me com muita atenção — disse-lhe. — Até que saiba exatamente qual é a sua situação financeira, até ter uma noção claríssima da sua situação monetária — dos fluxos que entram e que saem, das despesas, das poupanças, dos investimentos, de tudo, e até consultar um perito —, não pode dar dinheiro NENHUM. Nada. Nem aos netos, nem aos irmãos. Nem um tostão. Compreende?

Ela acenou com a cabeça, ainda lutando contra as lágrimas. Aquela mulher precisava que alguém de confiança lhe examinasse as contas e elaborasse um plano financeiro intuitivo que lhe fosse fácil de seguir e garantisse que o dinheiro lhe duraria até ao fim da vida. Dei-lhe o meu cartão e o número de telefone de um bom amigo que é um excelente consultor financeiro, e recomendei-lhe que se mantivesse em contacto.

Ao afastar-me, não me senti muito bem com a conversa. Estremeci ao pensar como é fácil que tudo corra mal a alguém sem qualquer sentido financeiro, mesmo que tenha dinheiro. Uma reviravolta desfavorável no mercado, um mau empréstimo, um investimento mal aconselhado e todo o dinheiro pode desaparecer. E depois, quem tomaria conta daquela mulher?

A inspiração para este livro nasceu desse momento, de uma conversa casual numa esquina com alguém que, em desespero, me pediu ajuda com as suas finanças. Apesar de as pessoas sempre me terem pedido conselhos em matéria de investimentos, nunca me considerei um perito em finanças pessoais. Mas sou perito em dinheiro. Por isso, este livro vai ser diferente dos outros livros que oferecem conselhos financeiros. Este livro não será só sobre dinheiro, mas sobre a nossa relação com o dinheiro. Sempre acreditei que, se melhorarmos a nossa relação com o dinheiro, teremos mais dinheiro. Vou demonstrar porque é isto verdade, e como construir estabilidade financeira através de uma atitude diferente perante as finanças pessoais.

O meu objetivo é simples: sugerir-lhe formas práticas de poupar dinheiro, investir melhor e cortar nos custos — em todas as fases da vida, do berço ao túmulo. Ensinar-lhe como educar crianças com sabedoria financeira que não gastem demasiado nem se endividem muito cedo. Mostrar-lhe como os jovens podem formar-se com menos dívidas e em melhores condições de pagarem os empréstimos para estudantes. Descrever-lhe como falar aos seus entes queridos sobre dinheiro e como garantir que as suas relações românticas, casamentos e parcerias não sejam ensombrados por dívidas, gastos excessivos e preocupações financeiras. Ajudá-lo a evitar erros frequentes com crédito e cartões de crédito, na compra de casas ou carros ou na dissipação de fortunas em produtos de luxo que não se valorizam com o tempo.

Mas, acima de tudo, guiá-lo através de todas as fases da vida e pontos decisivos, ajudando-o a chegar, na sua velhice, a um ponto em que o dinheiro e a liberdade lhe tragam conforto e segurança. Está pronto para iniciar este trajeto comigo? Então vamos começar.»

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O retorno da corrida

Não há quilómetros inúteis. É possível que pessoas bem‑intencionadas lhe tenham dito o contrário. Dir‑lhe‑ão que quilómetros inúteis são aqueles que faz só por fazer. Talvez para aumentar a quilometragem semanal. Talvez porque verificou que os bons corredores tendem a correr muito e concluiu, por isso, que mais é melhor. Garantir‑lhe‑ão que quilómetros inúteis são perda de tempo, pois não o ajudam a atingir os seus objetivos. Não acredite. Permita‑me que repita: não há quilómetros supérfluos. Desde que não esteja tão lesionado que isso afete a sua postura, ou tão doente que se sinta muito pior depois de correr, todos os quilómetros são úteis.

Aqueles que avisam contra os quilómetros inúteis costumam mencionar a lei do retorno decrescente. «Depois de um número x de quilómetros por semana», afirmam, «o benefício retirado de qualquer corrida começa a decair.» E têm razão. Mas o retorno decrescente continua a ser retorno. Se estiver suficientemente motivado para correr um pouco mais com vista a melhorar a sua condição física, não hesite.

Mesmo que pense que uma corrida não o fará ficar em melhor forma, ela trar‑lhe‑á outros benefícios. Facilita a circulação sanguínea, desanuvia‑lhe a mente, afasta-o do computador, queima calorias, põe‑no em contacto com a natureza, ajuda-o a passar tempo com amigos, permite‑lhe desfrutar do tão necessário tempo sozinho, fá‑lo manter um bom ritmo de treino, e muitos mais.

Estes aspetos da corrida que têm pouco a ver com maximização do desempenho são, geralmente, ignorados por quem avisa contra os quilómetros inúteis. Há milhões de motivos para ir correr hoje. Nenhum deles está relacionado com correr mais depressa no próximo fim de semana. Quantos mais destes motivos fizerem sentido para si, menos razões terá para acreditar em quilómetros inúteis.»

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«Como pais, nós sabemos no nosso coração o que os nossas crianças precisam»

Aqui está uma história incrível sobre uma mãe que ignorou totalmente o que os especialistas diziam sobre seu filho, com autismo. Em vez disso, ela seguiu seus próprios instintos – com resultados surpreendentes.

O filho de Kristine Barnett, Jacob foi diagnosticado com autismo quando ele tinha 2 anos, e os médicos disseram que ele nunca iria falar. Ela tentou programas de educação especial e terapias destinadas a resolver suas limitações. Quando os professores lhe disseram que não havia esperança, ela rebelou-se e fez o seu próprio caminho.

“Muitas pessoas pensaram que eu tinha perdido a cabeça”, lembra ela.

Em vez de se concentrar nas limitações de Jacob, Kristine investiu naquilo que ele gostava e captava o seu interesse. Agora, o seu filho de 15 anos de idade, está a caminho de ganhar um Prémio Nobel por seu trabalho em física teórica. (…)

“Ele gostava de comportamentos repetitivos. Ele gostava de brincar com um copo e olhar para a luz, torcendo-o por horas a fio. Em vez de lhe tirar o copo, eu dei-lhe 50 copos, enchi-os com água a diferentes níveis e deixei-o explorar”, diz ela. “Eu rodeei-o com o que ele adorava.”

Quanto mais ela fez isso, mais funcionava. Então, uma noite quando se estava a deitar, Jacob falou. “Foi como música … porque todos tinham dito que era uma coisa impossível”, Kristine lembra. “Eu ia deitá-lo todas as noites e dizia: ‘Boa noite, bebé Jacob, você é meu anjo bebé, e eu amo-te muito. “Uma noite, ele olhou-me diretamente nos olhos e disse: “Boa noite bebé.”

Jacob é agora um estudante de física teórica no Instituto Perimeter em Waterloo, Ontário, com um QI maior do que Einstein.

Kristine narra incrível jornada e avanço de seu filho no seu livro Salvo pelas Estrelas: Como o amor de uma mãe salvou um génio das mãos do autismo.

Quando ela fala com outras mães que têm filhos autistas, distúrbios de aprendizagem, ou outras deficiências, ela diz-lhes: “É muito importante que, você não deixe que o rótulo defina o seu filho. Em que é que o seu filho é bom? Deixe que isso o defina. Criar motivações que são autodirigidas. Deixe-os perseguir o que eles amam.”

“Como pais, nós sabemos nos nossos corações o que é que as nossas crianças precisam”,  diz Kristine “e precisamos confiar um pouco mais. Mesmo que isso vá contra o que os outros dizem “.

Adaptado do artigo de Stephanie Cook Broadhurst/The Mother List

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Lançamento do livro “Ousar Ser Feliz”, de Rossana Appolloni

Rossana

Aqui fica um pequeno video de Rossana Appolloni sobre o lançamento do livro Ousar ser Feliz, que realizámos no passado dia 13 de Novembro em Cascais.

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Potenciar o seu cérebro: Supercérebro

supercérebroEntrámos numa era de ouro para a pesquisa do cérebro , mas todas essas novas descobertas chegam até nós. No entanto, há grandes descobertas que tornam possível a todos melhorarem o seu cérebro, baseando-se nestas premissas:

– O seu cérebro está a renovar-se constantemente;
– O seu cérebro pode curar as feridas do passado;
– Experiência muda o seu dia a dia;
– Os inputs que você der ao seu cérebro faz com que ele forme novas vias neurais;
– Quanto mais positivos forem os inputs, melhor funciona o seu cérebro;

No seu novo livro , Super Cérebro, Deepak Chopra e o seu co-autor, o professor Rudolf Tanzi , da Harvard Medical School, ajudam a expandir a neurociência por trás desses resultados gerais. A antiga visão do cérebro como algo estanque para a vida, perdendo neurónios e declínio das suas funções está hoje abolido. O novo cérebro é um processo, não é uma coisa , e esse processo direcciona-se para os objectivos que você estabelecer. Um monge budista meditando sobre compaixão desenvolve os circuitos do cérebro que traz a compaixão para a realidade. Dependendo do input que recebe, você pode criar um cérebro compassivo, um cérebro artístico, um cérebro sábio, ou qualquer outro tipo.

No entanto, o agente que faz com que essas possibilidades se tornem realidade, é a mente. O cérebro não cria o seu próprio destino. A parte mais recente do cérebro, o neocórtex , é onde o campo de possibilidades realmente está. Aqui é onde as decisões são tomadas. Se você considerar que a sua experiência quotidiana como input para o seu cérebro, e as suas ações e pensamentos como o output, estamos perante um ciclo. Experiências tóxicas moldam o cérebro de forma bastante diferente de experiências positivas e sãs. Isto parece ser senso comum, mas a neurociência uniu forças com a genética para revelar que até ao nível de DNA, este ciclo que envolve a mente e o corpo é profundamente alterado pelos estímulos, inputs processados pelo cérebro.»

Deepak Chopra e Rudolph E. Tanzi, co-autores do livro Supercérebro.

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Jacob Barnett – O menino prodígio

Uma reportagem na Sic Notícias sobre Jacob Barnett o menino prodígio do nosso livro Salvo pelas Estrelas. Um livro escrito pela sua mãe Kristine Barnett sobre a história verídica de Jacob desde que lhe foi diagnosticado Autismo. Actualmente, Jacob tem frequenta a Universidade e é apontado como um futuro investigador e possível candidato ao Prémio Nobel.

 

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