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Workshop – Como dizer Não e estabelecer limites

limites

Ciclo de Workshops de Parentalidade Consciente (4 workshops), com a coach Fátima Gouveia e Silva

4º WORKSHOP: COMO DIZER NÃO E ESTABELECER LIMITES E CONSEQUÊNCIAS 

11 de abril, 19h – 21h30

 

O que é a parentalidade consciente :

A forma como nos relacionamos com as crianças influencia profundamente no desenvolvimento de uma auto estima saudável, e no seu crescimento e desenvolvimento como futuros adultos felizes e responsáveis. A Parentalidade Consciente é uma forma de estar na parentalidade que se baseia na tomada de consciência de que são os nossos hábitos enquanto pais o ponto de partida para criar relações fortes e saudáveis com as crianças. Parentalidade consciente é ter consciência das nossas intenções enquanto pais e estar preparado para refletir sobre a forma como os nossos hábitos e padrões de comportamentos estão alinhados com essa intenção. Mais do que aprender conceitos, é desaprender preconceitos: é um deixar ir de tudo aquilo que não serve a nossa intenção como pais, um desaprender de tudo que não promove relações saudáveis baseadas no amor incondicional e tudo aquilo que não ajuda os nossos filhos a crescer e prosperar emocionalmente.

 PROGRAMA:

4 – COMO DIZER NÃO E ESTABELECER LIMITES E CONSEQUÊNCIAS
(Consequências com Consciência)
* Identificar o que são limites
* Aprender a comunicar limites
* Como dizer que não
* Entender a diferença entre castigos, consequências naturais e consequências conscientes
* Exercícios práticos

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Objetivo dos workshops :
Ajudar os pais/ educadores a:
* compreender os princípios/valores da educação consciente
* gerir os relacionamentos com a criança de modo mais harmonioso, com mais empatia e presença – a intenção precede a ação
* promover a autoestima nas crianças de forma a prepará-las para uma vida de desafios em sociedade
* reconhecer padrões de resposta negativos e encontrar alternativas saudáveis,
* compreender e utilizar o método laser, assim como outras técnicas para identificar as necessidades das crianças
* aprender e desenvolver a linguagem pessoal; adotando estratégias para uma Comunicação consciente – verbal ou não-verbal – mais eficaz e orientada
* entender a diferença entre castigos e consequências – e entre obediência e Colaboração
* desenvolver características individuais positivas – maior capacidade de autoreconhecimento: autoconceito e sentimento de autoestima fortificados
* criar maior conexão consigo e com os outros

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Local: Cowork da Praia / Self
Morada: Praça do Junqueiro, nº3, Loja B, 2775-597 Carcavelos, Portugal, Tel: +351 218 084 370
Preço: 25 € | 90 € ciclo

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A formadora:

“Em 2013 tomei contacto com as áreas de Coaching e Desenvolvimento Pessoal e com a certificação internacional de Coaching e descobri um novo propósito. Desde aí, é um querer sempre saber mais, procurar, pesquisar, evoluir, perceber e melhorar quem sou e também ajudar os outros a melhorar.
Conhecer a Parentalidade consciente trouxe-me uma grande paz interior. Perceber que não há certos nem errados, mas há um caminho que nos permite uma maior consciência das escolhas que fazemos, do impacto que isso tem nos nossos filhos e é um caminho de conexão, amor e gratidão.
Aliar o Coaching e a PNL à Parentalidade Consciente permite-me ajudar outras mães a viverem uma vida mais plena, com maior harmonia e satisfação sentindo-se mais preenchidas porque encontram maior equilíbrio nas várias áreas da sua vida e porque através da Parentalidade Consciente conseguem melhorar relações com os filhos e em família.
O meu propósito é ajudar a fomentar uma forma de estar na Parentalidade que nos ajuda a viver esta experiencia de forma mais serena e consciente, sabendo que podemos fazer diferente e fazer diferença quando educamos as nossas crianças para mudar o mundo de amanhã. “

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Workshop – Como comunicar para ser ouvido

comunicar

Ciclo de Workshops de Parentalidade Consciente (4 workshops), com a coach Fátima Gouveia e Silva

3º WORKSHOP: COMO COMUNICAR PARA SER OUVIDO

21 de março, 19h – 21h30

 

O que é a parentalidade consciente :

A forma como nos relacionamos com as crianças influencia profundamente no desenvolvimento de uma auto estima saudável, e no seu crescimento e desenvolvimento como futuros adultos felizes e responsáveis. A Parentalidade Consciente é uma forma de estar na parentalidade que se baseia na tomada de consciência de que são os nossos hábitos enquanto pais o ponto de partida para criar relações fortes e saudáveis com as crianças. Parentalidade consciente é ter consciência das nossas intenções enquanto pais e estar preparado para refletir sobre a forma como os nossos hábitos e padrões de comportamentos estão alinhados com essa intenção. Mais do que aprender conceitos, é desaprender preconceitos: é um deixar ir de tudo aquilo que não serve a nossa intenção como pais, um desaprender de tudo que não promove relações saudáveis baseadas no amor incondicional e tudo aquilo que não ajuda os nossos filhos a crescer e prosperar emocionalmente.

 PROGRAMA:

3 – COMO COMUNICAR PARA SER OUVIDO
(Comunicação consciente)
* Identificar estilos de comunicação
* Aprender e desenvolver a linguagem pessoal
* Aprender a descrever comportamentos, necessidades e emoções de uma forma neutra
* Bloqueios à comunicação
* Exercícios práticos

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Objetivo dos workshops :
Ajudar os pais/ educadores a:
* compreender os princípios/valores da educação consciente
* gerir os relacionamentos com a criança de modo mais harmonioso, com mais empatia e presença – a intenção precede a ação
* promover a autoestima nas crianças de forma a prepará-las para uma vida de desafios em sociedade
* reconhecer padrões de resposta negativos e encontrar alternativas saudáveis,
* compreender e utilizar o método laser, assim como outras técnicas para identificar as necessidades das crianças
* aprender e desenvolver a linguagem pessoal; adotando estratégias para uma Comunicação consciente – verbal ou não-verbal – mais eficaz e orientada
* entender a diferença entre castigos e consequências – e entre obediência e Colaboração
* desenvolver características individuais positivas – maior capacidade de autoreconhecimento: autoconceito e sentimento de autoestima fortificados
* criar maior conexão consigo e com os outros

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Local: Cowork da Praia / Self
Morada: Praça do Junqueiro, nº3, Loja B, 2775-597 Carcavelos, Portugal, Tel: +351 218 084 370
Preço: 25 € | 90 € ciclo

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A formadora:

“Em 2013 tomei contacto com as áreas de Coaching e Desenvolvimento Pessoal e com a certificação internacional de Coaching e descobri um novo propósito. Desde aí, é um querer sempre saber mais, procurar, pesquisar, evoluir, perceber e melhorar quem sou e também ajudar os outros a melhorar.
Conhecer a Parentalidade consciente trouxe-me uma grande paz interior. Perceber que não há certos nem errados, mas há um caminho que nos permite uma maior consciência das escolhas que fazemos, do impacto que isso tem nos nossos filhos e é um caminho de conexão, amor e gratidão.
Aliar o Coaching e a PNL à Parentalidade Consciente permite-me ajudar outras mães a viverem uma vida mais plena, com maior harmonia e satisfação sentindo-se mais preenchidas porque encontram maior equilíbrio nas várias áreas da sua vida e porque através da Parentalidade Consciente conseguem melhorar relações com os filhos e em família.
O meu propósito é ajudar a fomentar uma forma de estar na Parentalidade que nos ajuda a viver esta experiencia de forma mais serena e consciente, sabendo que podemos fazer diferente e fazer diferença quando educamos as nossas crianças para mudar o mundo de amanhã. “

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A Arte de Influir 4 – Sabia que 60% dos problemas têm origem na má comunicação?

comunicação

Em artigos anteriores já falámos das diferenças entre manipular e influir. É sempre importante refletirmos o que estamos a trazer em termos de resultado à outra pessoa. Os bons comunicadores não são só aqueles que dominam as melhores técnicas da oratória, mas também aqueles que, para além disso, interiorizam as mensagens e sabem transmiti-las de uma forma coerente, em função de determinadas coordenadas racionais e emocionais. É fundamental “oferecer” o que somos e perceber como somos vistos pelas outras pessoas. É algo que deve ser muito bem pensado, porque disso depende a nossa posição na vida, no trabalho e nas nossas relações.

Peter Drucker, considerado um dos gurus mais influentes na área da gestão moderna, disse, há alguns anos, que “mais de 60% dos problemas existentes nas organizações têm a sua raiz na má comunicação”.

A pergunta que lhe faço diz respeito à sua comunicação. Consegue alcançar os seus objetivos com algo tão simples como a escrita ou a oralidade? E sem escrever ou falar? Consegue transmitir o que pretende ou, nem quando tenta aplicar o que sabe, consegue convencer alguém? Quantas vezes já deu por si a perder energia e a pensar “eu devo ter uma dificuldade a expressar-me, porque ninguém me entende…”. Mas, quando isto acontece, a pergunta que deveríamos fazer em primeiro lugar é: “Temos cuidado com o que dizemos? Usamos as palavras adequadas? Empregamos as expressões mais oportunas em cada momento? Ou improvisamos?”

As respostas vagas do “vale tudo” ou do “tanto faz” levam-nos de novo ao ponto de partida: devemos preparar o nosso cérebro para comunicar tudo de forma correta e, consequentemente, planear os nossos encontros com os outros. Só a experiência e a clareza nos temas nos poderão colocar futuramente numa posição de podermos “relaxar” mais. De outro modo, não o fazer é subestimar as outras pessoas, achando que qualquer coisa que digamos, mesmo que desorganizadamente, vai surtir efeito ou soar credível.

Quando somos apanhados desprevenidos numa conversa, surge uma tendência para a precipitação. Ela é uma “antítese” da capacidade de influenciar. Reagir em lugar de agir, terá regularmente resultados opostos aos pretendidos. Num mundo onde a informação é cada vez mais duvidosa, evite também citar coisas que leu ou ouviu para gerar “certezas”.

    • Liberte-se de informações negativas. Ajudará a abrir a sua mente para o que é realmente importante.
    • O que fazemos pode influenciar os outros mas também a nós próprios. A influência é como o eco: devolve o que recebe.
    • Domine o tema e domine o destino dos temas que introduz. Se só reagir em lugar de agir, tenderá a errar na forma de comunicar e gerar resultados opostos aos que pretendia.
    • Evite citar. Há quem considere que dá um ar de pessoa culta, mas por vezes são apenas uma forma de repetirmos erradamente as palavras de alguém.
A coerência interior é a chave da repercussão exterior. A importância de: o que pensamos coincidir com o que dizemos e o que quisemos dizer coincidir com o que de facto dissemos implica que a nossa reputação se vá forjando ao longo do tempo e se solidifique a imagem que os outros têm de nós. Construa a imagem daquilo que quer ser. Mas não queira ser o que não é. Poderá enganar os outros no curto prazo, mas brevemente vão perceber que construiu uma imagem de alguém que não é, e voltará a perder o interesse das outras pessoas.
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O poder da atividade física

A recordar viagem aos EUA…

Atualmente, se há uma verdade inquestionável é a de que a atividade física para a maioria das pessoas, desde que praticada respeitando os princípios do treino, tem inúmeros benefícios! Este facto é sobejamente conhecido e não faltam artigos e publicações que listam de forma quase infindável estas vantagens: melhoria da aptidão cardio-respiratória e da força, prevenção de lesões, melhoria da qualidade de vida, da auto-estima, etc etc.

Agora, ainda melhor do que saber os benefícios da prática de atividade física é…realmente ser fisicamente ativo! Experienciar todas essas melhorias, tornar o dia de trabalho mais rentável, sentir-se mais confiante e menos cansado (é, costuma acontecer!), e muitas outras vantagens.

Outra dessas vantagens que não deverá ser negligenciada, é a do poder de sociabilização da atividade física! Recordo-me perfeitamente de uma viagem para os EUA há dois anos atrás para realizar um estágio de dois meses numa Clínica Especializada em Reabilitação de Ombro.

Primeiros dias, primeiros contatos, primeiras aprendizagens. Pessoas simpáticas, mas não muito expressivas. Atenciosas, mas não demasiadamente comunicativas. 5 dias após a minha chegada, “convido-me” para um “pick up game” de futebol (jogos em que basta aparecer e formam-se equipas) num fim de tarde, num campo indoor. Antes do jogo, mais sorrisos tímidos, cumprimentos de cortesia e contenção de sentimentos. Chega a hora do jogo, equipas formadas e … começa! Primeiros passes, primeiras conversas entre colegas. Em campo todos partilhamos a mesma vontade de participar, de correr, de transpirar, conversamos para nos ajudarmos, e vivemos intensamente aquele momento!

E no final? Bem, no final bastaram 60 minutos de jogo para que os cumprimentos se multiplicassem, para que os sorrisos se tornassem mais expressivos, sinceros, e para que realmente me sentisse integrado naquela minha “nova casa”.

Se tem dúvidas do poder da atividade física pense no modo como as crianças se relacionam de modo entusiasmado quando esta “comunicação” é mediada por uma bola de futebol, pense nas aulas de Educação Física em que finalmente conseguia trocar olhares e sorrisos com a rapariga mais bonita da sua turma no Secundário…

Pense, mas não deixe de aproveitar! Não deixe de aproveitar tudo o que a prática de atividade física pode fazer por si! Tudo o que a prática de atividade física pode fazer por si…

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A arte de Influir 2 – Manipular não é Influir

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Falámos já num artigo anterior sobre o facto de existir uma diferença enorme entre “manipular” e “influir”. Nunca é demais reforçar esta diferença sempre que falamos de influir. Embora exista de facto um conceito de “poder” associado ao ato de influenciarmos alguém, de modo algum se pode confundir a persuasão com a manipulação. São coisas praticamente opostas, embora apenas “nuances” as distingam. Distinguem-se fundamentalmente nas motivações da pessoa que influi.

Creio que a forma mais clara de distinguirmos uma da outra, é que na influência, o outro deve percecionar claramente que vai obter algum resultado, algum ganho que o preencha, o satisfaça e lhe seja útil. Usar a nossa influência para manipular, é diferente, porque recorre-se à capacidade de influenciar, sem que se traga nada ao outro, ou – pior ainda – prejudicando-o.
Imaginando um exemplo concreto, seria convencermos um colega de trabalho a fazer as coisas de uma forma que melhorava o desempenho do seu departamento. Convencer a usar por exemplo uma aplicação de telemóvel para organizar as suas tarefas.

Convencer o diretor de que todo o departamento deveria usar aquele instrumento para gerir melhor o seu tempo.
Manipular, seria convencer o colega a fazer algo que sabemos ser errado, para que possamos destacar-nos na reunião de equipe. Ou seria por exemplo, convencer o diretor que o nosso colega trabalha mal através de indiretas. Para nos favorecermos a nós e prejudicá-lo a ele numa eventual promoção.

É um facto que influir é uma ferramenta poderosa que, nas mãos da pessoa errada, pode ser usada em benefício próprio e prejuízo dos outros. Mas se pensarmos bem, todos os tipos de competências podem ser usados com maus princípios se for essa a vontade da pessoa. A nossa moral e o nosso código de conduta, será sempre o que vai determinar o uso que vamos dar às coisas que aprendemos. Ainda assim, gostaria de deixar muito claro, que o recurso à capacidade de influenciar sem trazer nada ao outro, ou — pior ainda — prejudicando-o, acaba por se pagar caro.

Depois de presenciar inúmeras organizações e testemunhar vários casos reais, a conclusão é comum a todos os estudiosos do comportamento: aqueles que tiram proveito dos outros para se beneficiarem, poderão até ter sucesso no curto prazo. Mas no longo prazo, pagam caro por esse uso abusivo.

Não facilite escolhendo o caminho fácil para se beneficiar hoje. Poderá ser uma tentação beneficiar-se hoje, mas lembre-se que amanhã ainda vai estar cá. E lembre-se que nós somos o que fazemos. Os seus princípios são aqueles que vai tender a colher das outras pessoas no futuro.

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A arte de influir 1

influir

O nosso mundo interior revela-se tanto nas palavras que usamos como na forma pessoal como as expressamos. Duas pessoas diferentes raramente construirão uma frase da mesma forma. E raramente terão um impacto exatamente igual nos seus interlocutores. A forma como nos expressamos é como uma impressão digital: Única e exclusiva de cada indivíduo. Cada um de nós coloca um cunho pessoal (por vezes visível por vezes não), mas que marca sempre o discurso e é quase sempre percepcionado (ainda que subliminarmente). Quando falamos de comunicar, falamos de um conjunto de elementos.

Como dizia um filósofo “os limites do nosso mundo são os da nossa linguagem”. É quase romântica esta visão, mas parece inquestionável. Se começarmos a dar atenção às questões da comunicação no nosso dia a dia, tornam-se evidentes as limitações que a linguagem usada provoca no resultado de uma comunicação. Seja no trabalho, em casa ou entre amigos… Muitas vezes o maior impacto não está no conteúdo do que se comunica, mas naquilo que o acompanha.

Quantas vezes já ouviu dizer que certa pessoa “é influente” ou “nasceu com o dom da palavra”? É comum, mas se acredita nisto, desengane-se. Comunicar não é um dom inato. Seria o mesmo que dizermos que alguém já nasce destinado a ser o melhor atleta do mundo. Talvez seja possível dizer que algumas pessoas nascem ou crescem num contexto em que se apercebem de uma forma mais rápida e sensorial das melhores formas de comunicar. Mas comunicarmos de forma eficiente, sermos convincentes ou influentes, é algo que se aprende. E qualquer um de nós pode ser influente e persuasivo se aprender quais os passos fundamentais.

Se perguntássemos a 10 pessoas diferentes se gostariam de influenciar os outros a grande maioria responderia certamente que sim. (Atenção que não se trata aqui de “manipulação” muitas vezes confundido com “influenciar”). Ser influente é algo positivo, que é valorizado e tem um impacto concreto e consequências diretas na nossa vida. Mas se perguntarmos a essas mesmas 10 pessoas o que fazem de diferente quando querem influenciar, a maioria vai responder “nada”. Muitas pessoas confundem até o “atrair as atenções” com o influenciar. Algumas pessoas acham que se falarem mais que os outros estão a ser influentes ou estão a ganhar “poder” num grupo. Isso é um engano. Muitas vezes sucede precisamente o contrário. Não raramente, as pessoas que procuram ser dominantes nas conversas tendem a perder a sua credibilidade se não forem pessoas muito consistentes e conscientes da sua mensagem.

Influir é uma arte.
  • Se quer influenciar os outros, prepare-se antecipadamente. Senão corre o risco de ser uma pessoa pouco substancial.
  • Conhecer-se a si próprio é também uma ferramenta fundamental para ser um bom comunicador.

Desenvolveremos estes tópicos nos próximos artigos sobre a arte de Influir. Enrique Alcat, jornalista e estudioso premiado da comunicação pela IESE Business School que se especializou e editou variadíssimos manuais sobre a arte de Influir sempre referiu que “é preferível Influir do que mandar.” O seu livro “Influir” é um legado de todos os seus anos de trabalho sobre a comunicação em empresas e multinacionais.