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Web Summit Lisbon 2018

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Web Summit 2018

A Web Summit é o evento tecnológico de referência este ano. A conferência, de relevo mundial, é novamente em Portugal e a Vida Self vai lá estar para reportar o que de mais relevante acontecer.

A Web Summit é uma empresa de Dublin, Irlanda, que realiza eventos por todo o mundo: Web Summit em Lisboa, Collision em Toronto, RISE em Hong Kong e MoneyConf em Dublin.

A Forbes refere-se a este evento como “a melhor conferência sobre tecnologia no planeta”; a The Atlantic diz que a Web Summit é “onde o futuro vai para nascer”; o The New York Times fala do evento como um “conclave massivo que reúne os mais importantes cardeais da indústria tecnológica.”

Numa época de grandes incertezas para a indústria em geral e para o mundo, a Web Summit reúne fundadores e CEO’s da empresas tecnológicas, startups em rápido crescimento exponencial, políticos e chefes de Estado, investidores influentes e jornalistas de topo para perguntar algo muito simples: para onde seguimos?

Neste evento onde se fará um extenso networking (mais de 70 000 pessoas irão à WS) aprender será a palavra base: em tempos incertos para negócios e tecnologia, irão discursar aqueles  que passam diariamente por grandes desafios e mudanças, indo os tópicos desde deep tech e data science, passando pelo design e sustentabilidade ambiental.

A exposição deste evento é global e estarão presentes mais de 2,500 journalistas de todo o mundo, desde publicações como a Bloomberg, Financial Times, Forbes, CNN, CNBC, e The Wall Street Journal.

 

Datas e horas

05 a 08 de novembro de 2018, no Altice Arena & FIL, em Lisboa.

Horários dos eventos aqui.

Cobertura de imprensa da Self

A Self vai lá estar e vai dar-vos toda a informação sobre o que se está a passar, com reportagens, entrevistas, vídeos, e fotografias, para que não vos escape nada. Fiquem atentos e acompanhem de perto o nosso site e facebook!  Como não poderia deixar de ser, a nossa presença lá terá um foco especial em criptomoedas, sistemas de pagamentos e inovação da blockchain, visto que o autor António Vilaça Pacheco estará bastante envolvido na área de MoneyConf e CryptoConf (no Web Summit).

Novidades em breve!

 

Saiba mais sobre o autor e o livro aqui:

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Mudanças de carreira bem sucedidas

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Quer mudar ou mudou recentemente de carreira?

Normalmente por detrás de uma necessidade ou vontade de mudar de carreira estão as mais diversas razões.

Os objectivos ou valores que tínhamos para a nossa vida profissional mudaram, descobrimos novos interesses, não vemos perspectivas de progressão ou oportunidades de crescimento profissional/pessoal, queremos melhores condições de remuneração, procuramos outra cultura empresarial, procuramos um trabalho mais flexível… Numeramos alguns motivos mas haverão muitos mais.

Mudar de carreira tem sempre algum risco e sobretudo é sempre um momento stressante. Por isso, é fundamental fazermos o trabalho de casa para garantir que minimizamos o risco de tomarmos uma decisão errada e também para garantir que é uma mudança bem sucedida.

 

Antes de mudar de carreira, faça o trabalho de casa. Saiba exactamente a situação em que está. Analise a sua necessidade de mudança. Veja se é possível mudar alguma coisa na sua função actual que vá ao encontro do que pretenda. Caso isso não seja possível, identifique prós e contra de uma mudança. Sobretudo, não tome nenhuma decisão precipitada nem baseada em pressupostos pouco claros.

Depois,  vá em frente.

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Blockchain & Bitcoin Conference em Gibraltar: especialistas para discutir a indústria presente e futuro

Blockchain & Bitcoin Conference Gibraltarwill acontecerá em 8 de fevereiro de 2018. É uma conferência dedicada a cryptocurrencies, soluções de cadeias de blocos e ICOs.

A conferência reunirá cerca de 300 participantes: empresários, investidores, desenvolvedores, advogados, especialistas em finanças e especialistas em marketing envolvidos no setor de moeda digital e cadeia de blocos. Os participantes da conferência incluem as principais empresas de Gibraltar interessadas em aplicativos de cadastro: WSS Docs (sistemas de gerenciamento de documentos eletrônicos) e AJ Sheriff Gibraltar (um provedor de uma ampla gama de serviços, incluindo eletricidade, telecomunicações, redes de internet). Eles também apresentarão seus stands na área de exibição.

Organizador

O evento Gibraltar é uma das 20 conferências realizadas pela Smile-Expo em todo o mundo em 2018. No ano anterior, a empresa internacional organizou duas conferências reconhecidas como as maiores da Europa Oriental: a Conferência Bitcoin & Blockchain Moscou e Bitcoin & Blockchain Conference Kiev. No total, reuniram 3500 participantes. Em 2017, outras 13 conferências desta série tiveram lugar na Rússia, Europa e Ásia Central.

Gibraltar: centro do palco

Blockchain & Bitcoin Conference Gibraltar apresentará os relatórios de 12 especialistas de diferentes países. De acordo com os organizadores, o conjunto de falantes está sendo expandido.

Clique aqui para saber mais.

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Entrevista a Sérgio Fernandes, co-fundador Digital Nomads Portugal

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O Sérgio Fernandes já dispensa muitas apresentações no meio do nomadismo digital português. É um dos fundadores da primeira comunidade portuguesa que se formou à volta deste estilo de vida e de trabalho, a Digital Nomads Portugal. Esta comunidade é uma referência para nós próprios, enquanto primeiro grande site português de nomadismo digital: acabamos por ser parceiros e amigos e trabalhamos juntos para tornar este estilo de trabalho mais popular e provar aos portugueses de que ainda é possível ser feliz com o trabalho.

Quem é o Sérgio?

Licenciado em Informática pela Universidade do Algarve, trabalhou vários anos em, aquilo que chama, corporate jobs: “até gostava daquele trabalho corporate na altura. Entretanto mudei de emprego por diversas vezes e cada vez mais me custava ter que ir para um escritório onde iria estar a trabalhar para clientes do outro lado do mundo, acedendo remotamente a eles graças à internet. Começou a não me fazer sentido ter que estar no escritório para poder fazer isto, poderia estar em qualquer lado que tivesse internet”.

Depois de quase seis anos a trabalhar em Lisboa na área da informática e de ter começado a perceber que “o trabalho pode ser feito fora do escritório”, decidiu despedir-se e voltar para o Algarve para encontrar uma solução profissional que o deixasse realmente feliz e satisfeito.

A primeira oportunidade apareceu depois de algumas semanas e de muitas horas de pesquisa sobre trabalho remoto: começou a trabalhar como programador para uma empresa sediada no Reino Unido. Depois dessa primeira experiência, foi mais fácil: “a partir daí as portes abriram-se e comecei a descobrir mais e mais informação sobre trabalhar remotamente, site, blogs, comunidades, etc”.

Obstáculos e desafios

Quando se é empreendedor, muitos dos obstáculos tornam-se desafios que se quer ultrapassar a todo o custo. Os “não-horários”, a procura de clientes, a organização do trabalho, tudo isso são desafios. No entanto, o Sérgio aponta o dedo a algo que é, para muitos, uma barreira muito difícil de ultrapassar que é a falta de ajudas do Estado português: “não existem, não apostam nos novos empresários, vejo isso todos os dias em vários ramos e com várias pessoas amigas”.

Outro grande desafio, sobretudo para quem começa, é o de encontrar a área e o tipo de mercado certo. A falta de brainstorm, análise do mercado e da concorrência e de “ter um foco bem estabelecido do público-alvo” faz com que as pessoas fiquem bastante perdidas e com ideias profissionais sem conseguir concretizar.

Planeamento

A organização é um dos temas que tem que ser abordado sempre que falamos de trabalho remoto. Cada trabalhador remoto acaba por tentar encontrar o seu equilíbrio e o Sérgio, ao trabalhar sobretudo para o Reino Unido e para os Estados Unidos (com diferentes fusos horários), tem uma organização de trabalho meticulosa: “uso a parte da manhã para estar em contacto com os meus clientes do Reino Unido e a parte da tarde ou noite para estar em contacto com os meus clientes dos Estados Unidos. Tenho por hábito planear semanalmente as minhas tarefas, consoante a alocação que tenho aos clientes e projetos”.

É uma das aprendizagens que é mais partilhada pelos nómadas digitais à volta do mundo. A quebra com os valores da sociedade e a valorização das experiências, das memórias e dos momentos presentes faz com que o dinheiro seja importante sim, mas que não seja a maior das prioridades da vida. O Sérgio defende até que, “por vezes nós temos aquilo que necessitamos, mas como somos regidos pelas regras da sociedade temos sempre que ter mais isto e mais aquilo”. O minimalismo e a simplicidade na vida são duas das aprendizagens mais valiosas desta caminhada enquanto nómada digital.

Digital Nomads Portugal

A descoberta deste nicho ainda pouco (ou nada) explorado apareceu durante uma conversa com o Cláudio Domingos, o co-fundador do Digital Nomads Portugal: “constatámos que existia uma grande comunidade de pessoas que desenvolveram negócios que podiam gerir a partir de qualquer lugar do mundo e que optaram por se estabelecer em Portugal, devido ao bom clima, localização e baixo custo de vida”. Com esta constatação, encontraram uma falta de informação não só para os nómadas digitais estrangeiros já baseados em Portugal, mas também para os portugueses que procuravam algumas ideias gerais sobre este movimento.

Perante essa necessidade, criaram, em maio de 2015, a Digital Nomads Portugal. Durante esse processo construtivo decidiram ir até Berlim, em julho desse mesmo ano, ao DNX Global, um evento que junta nómadas digitais do mundo inteiro.

E o futuro do nomadismo digital português?

O Sérgio partilha da minha ideia de que “os próximos dois/três anos serão importantíssimos” para as comunidades nómadas portuguesas.

Com o aumento dos espaços de cowork e de eventos que trazem ao nosso país nómadas digitais mundialmente conhecidos, Portugal é um dos novos destinos que tem vindo a estar presente em quase todos os programas de nomadismo digital.

As empresas portuguesas vão, acredita, começar a ver este potencial e esta liberdade como algo compatível com trabalho e produtividade: “estamos a caminhar para que o trabalho não seja necessariamente preciso ser feito dentro de um escritório e a liberdade de trabalhar de onde se quer está cada vez mais ativa na sociedade”.

O verão de 2017 reserva também uma grande surpresa para Portugal: o evento da DNX Global  realizado no nosso país e promete pôr o nomadismo digital nas “bocas” de todos os portugueses.

Entrevista feita pela Nomadismo Digital Portugal.