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Faça o seu rótulo!

rótulo
Workshop – Faça o seu rótulo!
com Lara Prazeres

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Faz as suas bolachas e vai começar a vender dentro de pacotes? Gostava de vender as compotas em feiras ou numa loja? Faz pão e vende embalado? Se respondeu SIM a alguma questão então este workshop é para si!

A longo do workshop iremos construir um rótulo para as suas embalagens, de forma prática não esquecendo o enquadramento da legislação. Expanda o seu negócio, com rótulos inovadores e com a informação legal que necessita. Não iremos esquecer as dicas!!!

Do que está à espera?

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Dia: 7 de fevereiro

Horário: 19h-21h30

Valor por pessoa: 25€

Local: Cowork da Praia

Morada: Praça do Junqueiro, nº3, Loja B, 2775-597 Carcavelos

Incrições: geral@vidaself.com

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NOTA: Todos os workshops terão um certificado de presença em pdf e informação enviada por mail, que inclui documentação e legislação.

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Biografia da formadora:

«Sou a Lara Prazeres, co-founder e diretora tecnica da Natural by L. Sou formadora certificada desde 2008. Licenciada em Biotecnologia dos Produtos Naturais e Mestre em Bioquímica com especialização em plantas. Faço consultoria na área da qualidade, onde acompanho projectos de licenciamento de cozinhas domésticas para desenvolvimento de negócios de pequenas produções alimentares. Apaixonada pelo o que faço, aprendi a não desistir e assim tento transmitir aos outros que também é possível tornar as nossas ideias em pequenos negócios.»

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Rotulagem de produtos para pequenos produtores

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Workshop – Rotulagem de produtos para pequenos produtores
com Lara Prazeres

Ciclo de 4 workshops – workshop 4

Quero começar a vender as minhas bolachinhas embaladas? E as minhas compotas para uma loja? Não sei construir um rótulo?

Ao longo deste workshop iremos desconstruir um rótulo e no final saber elaborar um esboço para usar nas embalagens dos produtos a vender.

Dia: 20 de abril

Horário: 10h-12h

Valor por pessoa: 25€

Ciclo dos 4 workshops: 80€ (pagamento prévio)

Local: Cowork da Praia

Morada: Praça do Junqueiro, nº3, Loja B, 2775-597 Carcavelos

Incrições: geral@vidaself.com

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NOTA: Todos os workshops terão um certificado de presença em pdf e informação enviada por mail, que inclui documentação e legislação.

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Biografia da formadora:

«Sou a Lara Prazeres, co-founder e diretora tecnica da Natural by L. Sou formadora certificada desde 2008. Licenciada em Biotecnologia dos Produtos Naturais e Mestre em Bioquímica com especialização em plantas. Faço consultoria na área da qualidade, onde acompanho projectos de licenciamento de cozinhas domésticas para desenvolvimento de negócios de pequenas produções alimentares. Apaixonada pelo o que faço, aprendi a não desistir e assim tento transmitir aos outros que também é possível tornar as nossas ideias em pequenos negócios.»

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A higiene e segurança alimentar em contexto de cozinha doméstica

higiene
Workshop – A higiene e segurança alimentar em contexto de cozinha doméstica
com Lara Prazeres

Ciclo de 4 workshops – workshop 3

Agora que já licenciei a minha cozinha, tenho de produzir segundo as regras de higiene e segurança alimentar.

Posso, depois deste workshop, aplicar os conceitos de segurança alimentar no meu pequeno negócio.

Dia: 23 de março

Horário: 10h-12h

Valor por pessoa: 25€

Certificado deste workshop – 20 €

Ciclo dos 4 workshops: 80€ (pagamento prévio)

Local: Cowork da Praia

Morada: Praça do Junqueiro, nº3, Loja B, 2775-597 Carcavelos

Incrições: geral@vidaself.com

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NOTA: Todos os workshops terão um certificado de presença em pdf e informação enviada por mail, que inclui documentação e legislação.

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Biografia da formadora:

«Sou a Lara Prazeres, co-founder e diretora tecnica da Natural by L. Sou formadora certificada desde 2008. Licenciada em Biotecnologia dos Produtos Naturais e Mestre em Bioquímica com especialização em plantas. Faço consultoria na área da qualidade, onde acompanho projectos de licenciamento de cozinhas domésticas para desenvolvimento de negócios de pequenas produções alimentares. Apaixonada pelo o que faço, aprendi a não desistir e assim tento transmitir aos outros que também é possível tornar as nossas ideias em pequenos negócios.»

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Afinal posso licenciar a minha cozinha!

licenciar
Workshop – Afinal posso licenciar a minha cozinha!
com Lara Prazeres

Ciclo de 4 workshops – workshop 2

Depois de tomar a decisão de rentabilizar o dom para cozinhar, pode arregaçar as mangas e começar o processo de licenciar a cozinha, para legalizar o seu negócio.

Neste workshop iremos percorrer todo o processo de licenciamento de cozinhas e inclui dicas e sugestões.

Dia: 16 de fevereiro

Horário: 10h-12h

Valor por pessoa: 25€

Ciclo dos 4 workshops: 80€ (pagamento prévio)

Local: Cowork da Praia

Morada: Praça do Junqueiro, nº3, Loja B, 2775-597 Carcavelos

Incrições: geral@vidaself.com

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NOTA: Todos os workshops terão um certificado de presença em pdf e informação enviada por mail, que inclui documentação e legislação.

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Biografia da formadora:

«Sou a Lara Prazeres, co-founder e diretora tecnica da Natural by L. Sou formadora certificada desde 2008. Licenciada em Biotecnologia dos Produtos Naturais e Mestre em Bioquímica com especialização em plantas. Faço consultoria na área da qualidade, onde acompanho projectos de licenciamento de cozinhas domésticas para desenvolvimento de negócios de pequenas produções alimentares. Apaixonada pelo o que faço, aprendi a não desistir e assim tento transmitir aos outros que também é possível tornar as nossas ideias em pequenos negócios.»

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7 coisas que aprendi a escrever “O Livro dos Fazedores”

fazedores

Dois meses de escrita, 14 histórias e mais de 20 horas de entrevistas. Falar com fazedores é perceber que o tempo corre, que as dificuldades surgem quando menos se espera e que a história se repete, mesmo que não seja com as mesmas pessoas. E entender que Portugal mudou graças, também a eles. Lista de sete coisas que aprendi a falar e a escrever sobre empreendedores.

Tudo começa pelo princípio

Criar um negócio tem muito que se lhe diga e os fazedores sabem disso. O princípio costuma ser uma necessidade detectada. Daí à ideia é um instante. E se, para a concretização da ideia podem passar poucos meses, para ela se reinventar menos ainda.

Planos, há muitos

Por mais que se planeie, passo a passo, há sempre imprevistos. É assim em tudo na vida e, também nas startups. Por isso, é importante saber o destino, olhar o caminho e, claro, estar aberto ao que aparece. Há oportunidades para aproveitar, obstáculos para ultrapassar e surpresas de que nunca estamos às espera. Mas, na carteira de “características”, os fazedores têm essa flexibilidade essencial para não desesperar sempre que há pedras no caminho.

Crescer dói

Criar uma startup começa com uma pequena ideia, num espaço pequeno, e com uma equipa reduzida. Com o tempo e o crescimento, os fazedores sentem necessidade de alargar a equipa e começar a delegar. E isso dói. Uma das dicas mais repetidas no livro é tratar da cultura da empresa com carinho: uma cultura forte é meio caminho para garantir um crescimento à imagem dos fundadores.

A sorte dá trabalho

Pode até parecer apenas um enorme clichê mas a verdade é que, asseguram os fazedores, a sorte dá muito trabalho. Antes de criarem a Talkdesk, Cristina Fonseca e Tiago Paiva fundaram outros quatro projectos. Antes de escolherem os investidores para financiarem o crescimento da Chic by Choice, Lara Vidreiro e Filipa Neto leram, perguntaram e contactaram dezenas deles. Todos os passos contam para um dia as startups anunciarem investimentos, crescimento, novos mercados. E esses passos dão-se, muitas vezes, a solo, fora de horas e noutros fuso-horários.

Rodeia-te bem

Ter pessoas ao lado que estejam a passar pelos mesmos dilemas ou se revejam nas dores e já tenham ultrapassado alguns dos obstáculos por que estamos a passar são maneiras de. Os fazedores rodeiam-se dos melhores por onde quer que passem: primeiro, em incubadoras e aceleradoras de empresas, depois na criação de processos de recrutamento que ajudem a manter o ADN da empresa mesmo que a estrutura escale.

Prepara-te melhor ainda

Se o teu objectivo é criar um projecto que tenha impacto no mundo, prepara-te para responder a perguntas, ser confrontado com dúvidas e ter de inspirar a confiança dos que te rodeiam (e até de desconhecidos). O segredo para que a missão seja possível é preparação: lê, conta a ideia ao maior número de pessoas possível, valida o conceito. E que não se atrase a ida para o mercado. Só tentando – e, se necessário, falhando rápido – se aumentam as possibilidades de sucesso.

Que o medo não paralise

O medo é um factor que ajuda a medir o risco mas não deve paralisar. No início, todos os fazedores têm pudores em avançar para o mercado: ou porque o produto não está pronto, ou porque ainda podem melhorar, ou por um sem fim de razões que não importa especificar. Atrasar a validação é uma maneira de adiar a verdade. Por isso, se houver medo, arrisque mesmo com medo.

 

*Mariana de Araújo Barbosa , jornalista desde 2007, é autora d’O Livro dos fazedores, um manual de todas as aprendizagens dos primeiros fundadores de startups nacionais, lançado em Outubro de 2018.

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A revolução das microempresas

“Imagine que vive uma vida em que dedica todo o seu tempo àquilo que gosta de fazer.
Imagine que dedica quase toda a sua atenção a um projeto criado por si, em vez de ser uma simples peça numa engrenagem que existe para enriquecer os outros. Imagine que hoje é o seu último dia a trabalhar para outrem. E se, muito brevemente – e não num futuro distante e indefinido –, se visse preparando‑se para trabalhar ligando um computador portátil no escritório de sua casa; dirigindo‑se a uma loja aberta por si; telefonando a um cliente que confia nos seus conselhos úteis ou fazendo o que o leitor quiser, e não o que os outros o mandam fazer?

Milhares de pessoas fazem exatamente isto por todo o mundo, e de formas diferentes. Estão a reescrever as regras do trabalho, tornando‑se patroas de si mesmas e criando um novo futuro. O novo modelo de negócio está a desenvolver‑se a bom ritmo para estes empreendedores inesperados, a maior parte dos quais nunca se viram como homens ou mulheres de negócios. Trata‑se de uma revolução no universo das microempresas; de uma forma de obter bons proventos enquanto construímos uma vida independente e com objetivos.

A revolução no universo das microempresas está a acontecer um pouco por todo o lado, com as pessoas dizendo «não, obrigado» aos empregos tradicionais e escolhendo traçar o seu próprio rumo e criar o seu futuro. As pequenas empresas não são uma realidade nova, mas nunca antes tantas oportunidades se conglomeraram nos locais certos, no momento exato. O acesso à tecnologia tem aumentado exponencialmente, pelo que podemos testar as nossas ideias em termos de mercado imediatamente, sem termos de esperar vários meses para percebermos como é que os clientes potenciais responderão a determinada oferta. É possível, por exemplo, abrir uma conta no site da PayPal em cinco minutos e receber pagamentos de clientes localizados em mais de 180 países.

De várias histórias inspiradoras sobressaem três lições úteis a quem gere, ou pretende fundar, microempresas:

Lição n.º 1: Convergência

A convergência consiste na intersecção entre algo que gostamos especialmente de fazer, ou em que somos especialmente competentes (convém que se reúnam as duas premissas), e aquilo por que os outros demonstram interesse. A forma mais fácil de entender este conceito é considerá‑lo o denominador comum entre aquilo que desperta o nosso interesse e aquilo em que as outras pessoas estão dispostas a gastar o seu dinheiro.
Atentemos na seguinte imagem:

startups

Nem tudo aquilo que desperta as nossas paixões ou para que nos sentimos especialmente vocacionados interessa ao resto do mundo ou é comercializável. Por exemplo, eu posso ser louco por pizas, mas ninguém me vai pagar para as comer. Da mesma forma, também não há ninguém que seja capaz de providenciar soluções para todos os problemas ou de despertar o interesse de toda a gente, mas as microempresas podem prosperar no espaço de intersecção dos dois círculos acima, onde a paixão ou a competência se cruzam com a utilidade.

Lição n.º 2: Correlação de competências

Muitos negócios foram iniciados por pessoas que revelavam competências correlacionadas com as que requeriam os ditos projetos e não exatamente as mais utilizadas nas respetivas áreas. A forma mais fácil de compreender a correlação de competências é pensarmos que, provavelmente, somos bons em mais de uma tarefa. Kat Alder, de origem alemã, era empregada de mesa em Londres quando alguém lhe disse que devia ser muito boa em RP. Não tinha quaisquer conhecimentos nesta área – nem sequer tinha a certeza que RP fosse a sigla para relações públicas –, mas tinha a consciência de que era uma boa empregada de mesa, pois conseguia sempre boas gorjetas e deixava os clientes satisfeitos sugerindo‑lhes itens do menu que sabia que lhes iriam agradar.

Quando foi dispensada de mais um trabalho temporário, desta feita na BBC, lembrou‑se do que lhe tinham dito. Continuava sem conhecer bem a área das RP, mas conseguiu o primeiro cliente no espaço de um mês e acabou por perceber como aquilo funcionava. Agora, passados quatro anos, a sua firma emprega cinco pessoas e opera em Londres, Berlim, Nova Iorque e na China. Kat foi uma excelente empregada de mesa e aprendeu a utilizar as mesmas competências de «relacionamento interpessoal» na publicidade aos seus clientes, criando assim um negócio mais lucrativo, sustentável e divertido do que trabalhar para outrem e repetir ad aeternum a mesma lista de especialidades do dia.

Ao contrário do que se costuma pensar, o empreendedorismo bem‑sucedido não implica necessariamente que sejamos os melhores em qualquer atividade específica. Para sermos bem‑sucedidos em qualquer projeto empresarial, sobretudo naqueles que despertam as nossas paixões, é bom analisarmos cuidadosamente todas as nossas capacidades que podem ser úteis a outros e, em particular, a sua combinação.

Lição n.º 3: A Fórmula Mágica

Se juntarmos as duas ideias anteriores, descobrimos a alquimia das microempresas através da seguinte equação não tão secreta quanto isso:

Paixão ou competência + utilidade = sucesso.

Jaden Hair construiu uma carreira como apresentadora de Steamy Kitchen, um programa e website sobre cozinha asiática. O seu investimento inicial de cerca de 150 euros levou‑a a escrever livros de culinária e rendeu‑lhe propostas para apresentação de programas na televisão e patrocínios de empresas, tudo isto por ter juntado à sua paixão a utilidade para os outros. As receitas que Jaden partilha diariamente com uma vasta comunidade são fáceis de confecionar, saudáveis e muito populares. Aliás, a multidão de admiradores que reúne é de tal forma numerosa que, quando a encontrei – num evento que organizara em Austin –, mal consegui cumprimentá‑la.

Noutro local, Brandon Pearce exercia a atividade de professor de piano e debatia‑se com a parte administrativa do seu trabalho. O seu passatempo favorito era a programação informática, pelo que criou um software para o ajudar a organizar os ficheiros referentes aos seus alunos, aos horários e aos pagamentos. «Completei o projeto sem qualquer intenção de o transformar num negócio», disse‑me, «mas os outros professores começaram a revelar interesse e ocorreu‑me que poderia ganhar algum dinheirito extra com aquilo». Mas o «dinheirito extra» acabou por se transformar num ordenado de funções a tempo inteiro – e até mais! –, situando‑se atualmente em cerca de 23.000 euros por mês. Natural do Utah, Brandon vive agora, com a família, na sua segunda casa, na Costa Rica. Isto quando não andam a viajar pelo resto do mundo.”

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