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Qual o melhor manual de sempre sobre sucesso?

Talvez não saiba, mas a Bíblia é o melhor manual sobre o sucesso já escrito até hoje. A sua sabedoria milenar continua extremamente atual, indicando os caminhos para que qualquer pessoa, religiosa ou não, se possa sair bem no mercado de trabalho e na gestão de empresas. O objetivo deste livro é revelar-lhe esse conhecimento.

A eficácia destas lições já foi comprovada por muitos profissionais respeitados que declararam ter construído uma carreira vitoriosa com base nas leis, nos princípios e nos valores da Bíblia.

Não importa se é um empresário, um gerente ou um  empregado, os ensinamentos bíblicos são como chaves: funcionam para todos. Se utilizar a chave certa, poderá abrir as portas da excelência, da credibilidade e do sucesso.

Se estiver a perguntar-se porque quase não se fala dessas lições profissionais tão valiosas, a resposta é simples: em geral, a Bíblia é vista apenas como um livro religioso, por isso a maioria das pessoas faz um uso limitado dela, seguindo somente as suas orientações espirituais. E aqueles que não se interessam por religião acabam por nem sequer prestar atenção a importantes ensinamentos que poderiam mudar o rumo das suas carreiras. Estes equívocos custam caro, pois a sabedoria bíblica pode ajudar a resolver muitos dos desafios do mercado de trabalho de hoje.

Um dos homens mais ricos do mundo, o empresário Eike Batista – que assina o prefácio deste livro – ensina que o “sucesso profissional é uma meta que pode ser alcançada de diferentes maneiras. Uma parte dos resultados é consequência direta das convicções e dos valores que cada um traz dentro de si”. Ele menciona vários: disciplina, força de vontade, capacidade de crescer com as dificuldades, inteligência, criatividade, coragem, determinação e autocontrolo.

Todos estes valores, expressos na Bíblia, serão apresentados aqui. Obviamente, as Escrituras não são o único lugar onde se encontram princípios úteis para a vida, mas, quando o assunto é trabalho e carreira, é o livro que, com certeza, reúne a maior quantidade de conselhos de qualidade.

Saiba mais sobre o livro AQUI.

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50 Segredos dos Milionários

milionários

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1.Todos temos de pensar um bocadinho mais como os economistas (sim, é verdade!) e comportar‑nos de uma forma um pouco mais utilitarista reconhecendo os factos. Infelizmente, há muito tempo tirei o cinzento curso de Economia e não consigo libertar‑me completamente da minha formação, mas estou profundamente convicto de que esta proporciona uma visão mais clara do mundo, tal como qualquer outra ciência ou ciência social. Este tipo de formação obriga‑nos a quantificar o que «existe», a atribuir um número às coisas e a pensar na utilidade e no valor desse número.

2. Devemos parar todos para pensar um pouco, deixarmos de nos comportar impulsivamente e começar a planear os nossos passos. Mantendo‑nos fiéis à minha abordagem utilitarista, devemos reconhecer que estamos muito longe de sermos seres racionais e que somos atormentados por fobias, paixões e receios que têm de ser compreendidos, dominados o mais possível e, depois, utilizados para nos ajudar a acumular energia e entusiasmo para as coisas que realmente nos interessam. No entanto, a preparação do futuro exige um plano, e elaborar um plano obriga‑nos, inevitavelmente, a parar, a pensar, a escrever (no papel ou no computador) e a deixar de fazer as coisas impulsivamente.

3. Por último, mas de modo nenhum menos importante, devemos analisar a nossa situação financeira de uma forma objetiva porque a acumulação de riqueza tem, na realidade, a ver com números concretos e com dinheiro. Temos de pensar no nosso futuro da mesma forma que os gestores de uma empresa pensariam no destino da mesma. Se quisessem ser bem‑sucedidos por exemplo na década seguinte, teriam de planear, racionalizar, analisar os pontos fortes e as fraquezas da sua empresa e, por fim, pensarem no que ela é, ou seja, no que representa.

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“A Verdade Nua e Crua”… de Kevin O’Leary

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Aquela mulher em Beacon Hill estava longe de ser pobre. Tinha meios, mas nunca aprendera a gerir as suas finanças. Tinha medo e estava sozinha. Os olhos encheram-se-lhe de lágrimas. Se estivesse a fazer-me uma proposta no Lago dos Tubarões, eu dir-lhe-ia:

— Controle-se. As lágrimas não acrescentam qualquer valor à proposta.Nos negócios, o dinheiro e as emoções não combinam. Mas aquela mulher não estava a pedir-me dinheiro. Não estava a propor-me uma ideia. Estava a pedir-me ajuda. E eu queria ajudá-la.Tentei obter mais algumas informações.— Como recebe agora o seu dinheiro? — perguntei.

— Todos os meses, o rendimento dos investimentos é depositado diretamente. E depois há outro depósito automático que me aparece na conta uma vez por mês, só não sei bem de onde vem. Uso o cartão bancário para fazer levantamentos das contas. Tenho tanta vergonha de saber tão pouco sobre as nossas finanças!

— Já falou com o seu gestor de conta?

— Já, mas não percebo nada do que ele me diz. Nunca fui muito boa com dinheiro, e era por isso que o meu marido tratava de tudo.

— E porque veio pedir-me ajuda?

— Talvez porque acredito que me dirá a verdade.

Inclinei-me para ela como se fosse dar-lhe a informação mais importante que alguma vez receberia.

— Ouça-me com muita atenção — disse-lhe. — Até que saiba exatamente qual é a sua situação financeira, até ter uma noção claríssima da sua situação monetária — dos fluxos que entram e que saem, das despesas, das poupanças, dos investimentos, de tudo, e até consultar um perito —, não pode dar dinheiro NENHUM. Nada. Nem aos netos, nem aos irmãos. Nem um tostão. Compreende?

Ela acenou com a cabeça, ainda lutando contra as lágrimas. Aquela mulher precisava que alguém de confiança lhe examinasse as contas e elaborasse um plano financeiro intuitivo que lhe fosse fácil de seguir e garantisse que o dinheiro lhe duraria até ao fim da vida. Dei-lhe o meu cartão e o número de telefone de um bom amigo que é um excelente consultor financeiro, e recomendei-lhe que se mantivesse em contacto.

Ao afastar-me, não me senti muito bem com a conversa. Estremeci ao pensar como é fácil que tudo corra mal a alguém sem qualquer sentido financeiro, mesmo que tenha dinheiro. Uma reviravolta desfavorável no mercado, um mau empréstimo, um investimento mal aconselhado e todo o dinheiro pode desaparecer. E depois, quem tomaria conta daquela mulher?

A inspiração para este livro nasceu desse momento, de uma conversa casual numa esquina com alguém que, em desespero, me pediu ajuda com as suas finanças. Apesar de as pessoas sempre me terem pedido conselhos em matéria de investimentos, nunca me considerei um perito em finanças pessoais. Mas sou perito em dinheiro. Por isso, este livro vai ser diferente dos outros livros que oferecem conselhos financeiros. Este livro não será só sobre dinheiro, mas sobre a nossa relação com o dinheiro. Sempre acreditei que, se melhorarmos a nossa relação com o dinheiro, teremos mais dinheiro. Vou demonstrar porque é isto verdade, e como construir estabilidade financeira através de uma atitude diferente perante as finanças pessoais.

O meu objetivo é simples: sugerir-lhe formas práticas de poupar dinheiro, investir melhor e cortar nos custos — em todas as fases da vida, do berço ao túmulo. Ensinar-lhe como educar crianças com sabedoria financeira que não gastem demasiado nem se endividem muito cedo. Mostrar-lhe como os jovens podem formar-se com menos dívidas e em melhores condições de pagarem os empréstimos para estudantes. Descrever-lhe como falar aos seus entes queridos sobre dinheiro e como garantir que as suas relações românticas, casamentos e parcerias não sejam ensombrados por dívidas, gastos excessivos e preocupações financeiras. Ajudá-lo a evitar erros frequentes com crédito e cartões de crédito, na compra de casas ou carros ou na dissipação de fortunas em produtos de luxo que não se valorizam com o tempo.

Mas, acima de tudo, guiá-lo através de todas as fases da vida e pontos decisivos, ajudando-o a chegar, na sua velhice, a um ponto em que o dinheiro e a liberdade lhe tragam conforto e segurança. Está pronto para iniciar este trajeto comigo? Então vamos começar.»

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