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Saiba gerir o seu tempo

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Tem tempo suficiente para terminar tudo o que tem para fazer no emprego esta semana? Quantas horas por dia passa a trabalhar? Conte todo o tempo que passa a trabalhar, incluindo aqueles poucos minutos que poderá passar a ler e-mails da empresa no telemóvel quando se vai deitar.

Raramente conheço uma pessoa que afirme ter horas suficientes no seu dia de trabalho para conseguir ter tempo suficiente para todas as tarefas e concluí-las todas corretamente. Aparentemente, todos temos e-mails não lidos, relatórios não concluídos e conversas importantes que foram adiadas, e a maior parte de nós tem demasiadas coisas com que lidar e tem dificuldades em fazer multitarefas corretamente.

Estamos limitados a 24 horas por dia e temos de usar o nosso tempo da melhor maneira possível para nos permitir sobressair no nosso emprego.
Ficar nos nossos postos de trabalho ou escritórios até tarde, todas as noites, não é sustentável e não proporciona um equilíbrio aceitável entre a vida pessoal e a profissional. Se for este o preço que tiver de pagar para concluir todas as suas tarefas realmente bem, diria que tem de mudar a forma como trabalha ou pensar em mudar de trabalho.

Podemos dizer que muito poucas pessoas conseguem fazer tudo o que lhes é pedido nos períodos de tempo que os outros possam esperar, e o segredo para o sucesso é escolher com sensatez quais as tarefas que aceitamos e planear como vamos concluir o trabalho. Tem de decidir se vai despender tempo a fazer só uma tarefa ou se vai fazer várias tarefas ao mesmo tempo. Tem de decidir também quando aceitar tarefas, quando delegar o trabalho e quando poderá recuar e rejeitar pedidos de ajuda, medindo os prós e os contras de possivelmente aborrecer a pessoa que lhe pediu para fazer alguma coisa.

DECIDA O QUE É URGENTE E O QUE É IMPORTANTE

Não importa onde as põe — crie-as no seu smartphone ou escreva-as à mão num bloco de notas — ou como as mantém, o importante é que as faça. Decida qual a importância e urgência de cada item na lista e tente definir quando planeia concluir cada tarefa.
Gosto sempre de começar por concluir as tarefas fáceis e rápidas, o chamado «elo mais fraco», para fazer com que o resto da lista pareça mais curta e viável.
Uma área importante e que exige uma boa gestão de tempo é a de lidar com os seus e-mails, especialmente se receber centenas por dia e mesmo nos casos em que o seu nome esteja só nos campos «cc» ou «bcc». Tente adquirir o hábito positivo de perceber quais dos seus e-mails deverá ler ao pormenor, quais pode ler por alto e quais pode ignorar. Muitas pessoas gostam de criar subpastas para os seus e-mails, incluindo pastas para e mails a que ainda têm de responder e aqueles com que têm de lidar, de alguma forma.

DELEGUE O TRABALHO QUANDO PUDER

Assim que tiver criado uma lista de tarefas a fazer e tiver determinado os níveis de importância e urgência de todas as suas solicitações por e-mail e tarefas pendentes, deverá então decidir se irá concluir a tarefa sozinho ou delegar uma parte do trabalho ou a sua totalidade. A delegação de tarefas é uma aptidão que se aprende e não é fácil de fazer, visto que está a pedir e a impor-se sobre pessoas sobre as quais não tem muitas vezes autoridade formal; como tal, não pode simplesmente ordenar-lhes que façam algo por si.

Decida se será necessário delegar uma tarefa na totalidade a outra pessoa ou se seria mais eficiente pedir a alguém para fazer uma parte por si, talvez recolhendo alguns dados, verificando uma folha de cálculo do Excel ou encontrando-lhe um relatório.
Poderá haver alturas em que terá de pedir ao seu chefe para fazer algo por si, para aliviar a sua carga de trabalho. Este poderá não ser um pedido fácil, especialmente quando pode ter sido o seu chefe a atribuir-lhe essa tarefa em particular, para começar. A chamada delegação «para cima» requer diplomacia e tato e, acima de tudo, requer um chefe compreensivo e interessado.

É o tipo de pessoa que acha difícil abdicar do controlo e confiar nos outros? Prefere ser o próprio a fazer uma tarefa, mesmo que seja mais sensato pedir a outra pessoa que a faça por si? Há pessoas que não estão habituadas a partilhar o fardo do seu trabalho e que irão sempre encontrar desculpas para o justificar, sendo que as mais comuns são que é mais fácil e rápido serem elas próprias a concluir a tarefa, e que também poderão certificar-se da qualidade do trabalho.

SAIA DO LOCAL DE TRABALHO À HORA CERTA

Algumas das pessoas mais ocupadas e produtivas que conheço tentam sempre sair do trabalho a horas e não passar mais do que o tempo necessário no escritório. Isto deve-se em parte aos compromissos que têm depois do trabalho, mas também reflete o seu desejo de usar o dia de trabalho da forma mais produtiva possível e trabalhar do modo mais inteligente possível para assegurar que terminam tudo o que têm de fazer durante o horário normal de trabalho.

Poderá argumentar que há alturas em que tem mesmo de ficar no emprego até mais tarde para concluir algum trabalho urgente. Poderá ser esse o caso, mas faça com que esses dias sejam a exceção e não a regra. Idealmente, saia do emprego a horas pelo menos três vezes em cada cinco dias da semana.

Espero sinceramente que não tenha um chefe ou colega sénior que o veja a sair do escritório a horas e faça comentários do género: «Já vai embora?» ou «Não tem trabalho para fazer?» Se tiver, encorajo-o a ser forte: seja educado, mas saia do escritório à hora que planeou. Nunca se sinta obrigado a ficar no emprego a não ser que considere genuinamente que tem de ficar; agradar ao seu chefe nunca deveria ser a única razão para ficar até mais tarde no trabalho.

Resumindo

A falta de tempo é muitas vezes o maior obstáculo que todos enfrentamos, independentemente de onde e como trabalhamos. O mundo dos negócios atual tornou-se um mundo de prazos constantes, atrasos e em que temos de fazer as coisas apressadamente. Não é fácil gerir bem o nosso tempo, principalmente quando os outros — incluindo os nossos chefes — poderão influenciar bastante a forma como o usamos. 

Quantas vezes já lhe pediram algo do género «Pode ajudar-me a fazer isto agora? É urgente e só vai demorar uns minutos no máximo» e uma ou duas horas depois ainda está a debater-se com esta tarefa de «20 minutos», tendo largado as suas tarefas urgentes que ainda têm de ser feitas hoje, antes de ir para casa.

Tenha a coragem de impor limites na forma como passa o seu dia: tente assumir o controlo da sua própria lista de tarefas, mostrando claramente a ordem pela qual planeia concluir as tarefas, dependendo das suas definições de urgência e importância. Se alguém questionar porque não concluiu algo para essa pessoa, mostre-lhe a sua lista. O risco é que comece a pôr o trabalho dos outros no topo da lista sempre que alguém reclama — como quem empilha areia em cima de um castelo de areia.

Nigel Cumberland
Em 50 Segredos do Sucesso no Trabalho

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7 coisas que aprendi a escrever “O Livro dos Fazedores”

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Dois meses de escrita, 14 histórias e mais de 20 horas de entrevistas. Falar com fazedores é perceber que o tempo corre, que as dificuldades surgem quando menos se espera e que a história se repete, mesmo que não seja com as mesmas pessoas. E entender que Portugal mudou graças, também a eles. Lista de sete coisas que aprendi a falar e a escrever sobre empreendedores.

Tudo começa pelo princípio

Criar um negócio tem muito que se lhe diga e os fazedores sabem disso. O princípio costuma ser uma necessidade detectada. Daí à ideia é um instante. E se, para a concretização da ideia podem passar poucos meses, para ela se reinventar menos ainda.

Planos, há muitos

Por mais que se planeie, passo a passo, há sempre imprevistos. É assim em tudo na vida e, também nas startups. Por isso, é importante saber o destino, olhar o caminho e, claro, estar aberto ao que aparece. Há oportunidades para aproveitar, obstáculos para ultrapassar e surpresas de que nunca estamos às espera. Mas, na carteira de “características”, os fazedores têm essa flexibilidade essencial para não desesperar sempre que há pedras no caminho.

Crescer dói

Criar uma startup começa com uma pequena ideia, num espaço pequeno, e com uma equipa reduzida. Com o tempo e o crescimento, os fazedores sentem necessidade de alargar a equipa e começar a delegar. E isso dói. Uma das dicas mais repetidas no livro é tratar da cultura da empresa com carinho: uma cultura forte é meio caminho para garantir um crescimento à imagem dos fundadores.

A sorte dá trabalho

Pode até parecer apenas um enorme clichê mas a verdade é que, asseguram os fazedores, a sorte dá muito trabalho. Antes de criarem a Talkdesk, Cristina Fonseca e Tiago Paiva fundaram outros quatro projectos. Antes de escolherem os investidores para financiarem o crescimento da Chic by Choice, Lara Vidreiro e Filipa Neto leram, perguntaram e contactaram dezenas deles. Todos os passos contam para um dia as startups anunciarem investimentos, crescimento, novos mercados. E esses passos dão-se, muitas vezes, a solo, fora de horas e noutros fuso-horários.

Rodeia-te bem

Ter pessoas ao lado que estejam a passar pelos mesmos dilemas ou se revejam nas dores e já tenham ultrapassado alguns dos obstáculos por que estamos a passar são maneiras de. Os fazedores rodeiam-se dos melhores por onde quer que passem: primeiro, em incubadoras e aceleradoras de empresas, depois na criação de processos de recrutamento que ajudem a manter o ADN da empresa mesmo que a estrutura escale.

Prepara-te melhor ainda

Se o teu objectivo é criar um projecto que tenha impacto no mundo, prepara-te para responder a perguntas, ser confrontado com dúvidas e ter de inspirar a confiança dos que te rodeiam (e até de desconhecidos). O segredo para que a missão seja possível é preparação: lê, conta a ideia ao maior número de pessoas possível, valida o conceito. E que não se atrase a ida para o mercado. Só tentando – e, se necessário, falhando rápido – se aumentam as possibilidades de sucesso.

Que o medo não paralise

O medo é um factor que ajuda a medir o risco mas não deve paralisar. No início, todos os fazedores têm pudores em avançar para o mercado: ou porque o produto não está pronto, ou porque ainda podem melhorar, ou por um sem fim de razões que não importa especificar. Atrasar a validação é uma maneira de adiar a verdade. Por isso, se houver medo, arrisque mesmo com medo.

 

*Mariana de Araújo Barbosa , jornalista desde 2007, é autora d’O Livro dos fazedores, um manual de todas as aprendizagens dos primeiros fundadores de startups nacionais, lançado em Outubro de 2018.

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O livro dos fazedores: um MVB (minimum viable book)

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O livro dos fazedores: um MVB (minimum viable book)

A primeira vez que pensei neste livro foi há quatro anos. Mas uma ideia, mesmo que boa, conta muito pouco. Viram?

Devo-vos uma explicação: é que há quatro anos que ando a falar neste livro e só hoje, 16 de outubro, chega às vossas mãos.

A primeira vez que o pensei estava do outro lado do Atlântico: as fugas, mal ou bem, servem para digerir ideias e deixar respirar sonhos. E eu, que andava em fuga da minha vida corrida, decidi mudar. Em 2013, dois anos depois de começar a trabalhar no Dinheiro Vivo, candidatei-me a um mestrado em jornalismo em Buenos Aires, capital da Argentina, do tango e… do empreendedorismo na América latina. Cidade do “quilombo”, depressa se tornou incubadora de ideias. Três anos e mais de 500 fazedores depois e, de regresso a Lisboa, comecei a pensar numa maneira de eternizar esta energia que me alimentava desde 2011: queria escrever um livro deles e sobre eles.

Os meus fazedores, que fizeram capas de jornal, contaram as suas histórias na televisão, fecharam rondas de financiamento e tornaram-se oradores em eventos esgotados mudaram a maneira como, em Portugal, se apresentavam os empresários. Abdicaram da gravata, fecharam negócios além fronteiras via skype call e aumentaram o nosso amor próprio.

Com eles, a ideia do livro ganhou forma. Contando-a, validei-a. Partilhando-a, construiu-se.

Tudo para explicar uma das primeiras e mais importantes lições que aprendi com eles: uma ideia vale muito pouco antes de se colocar em prática.

As histórias d’O livro dos fazedores, 15 no total, representam os bem mais de 1000 que entrevistei nos últimos oito anos. Nelas há ideias boas – sim -, caminhos com altos e baixos, rondas de financiamento, unicórnios, sucessos e falhanços. E recomeços. Este MVB, o meu, é deles. E é vosso também. Que possam rever-se nas histórias destes fazedores. É que, se virmos bem, há um pouco deles em todos e em cada um de nós.

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Qual o melhor manual de sempre sobre sucesso?

Talvez não saiba, mas a Bíblia é o melhor manual sobre o sucesso já escrito até hoje. A sua sabedoria milenar continua extremamente atual, indicando os caminhos para que qualquer pessoa, religiosa ou não, se possa sair bem no mercado de trabalho e na gestão de empresas. O objetivo deste livro é revelar-lhe esse conhecimento.

A eficácia destas lições já foi comprovada por muitos profissionais respeitados que declararam ter construído uma carreira vitoriosa com base nas leis, nos princípios e nos valores da Bíblia.

Não importa se é um empresário, um gerente ou um  empregado, os ensinamentos bíblicos são como chaves: funcionam para todos. Se utilizar a chave certa, poderá abrir as portas da excelência, da credibilidade e do sucesso.

Se estiver a perguntar-se porque quase não se fala dessas lições profissionais tão valiosas, a resposta é simples: em geral, a Bíblia é vista apenas como um livro religioso, por isso a maioria das pessoas faz um uso limitado dela, seguindo somente as suas orientações espirituais. E aqueles que não se interessam por religião acabam por nem sequer prestar atenção a importantes ensinamentos que poderiam mudar o rumo das suas carreiras. Estes equívocos custam caro, pois a sabedoria bíblica pode ajudar a resolver muitos dos desafios do mercado de trabalho de hoje.

Um dos homens mais ricos do mundo, o empresário Eike Batista – que assina o prefácio deste livro – ensina que o “sucesso profissional é uma meta que pode ser alcançada de diferentes maneiras. Uma parte dos resultados é consequência direta das convicções e dos valores que cada um traz dentro de si”. Ele menciona vários: disciplina, força de vontade, capacidade de crescer com as dificuldades, inteligência, criatividade, coragem, determinação e autocontrolo.

Todos estes valores, expressos na Bíblia, serão apresentados aqui. Obviamente, as Escrituras não são o único lugar onde se encontram princípios úteis para a vida, mas, quando o assunto é trabalho e carreira, é o livro que, com certeza, reúne a maior quantidade de conselhos de qualidade.

Saiba mais sobre o livro AQUI.

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Você está presente na sua vida?

«Os seus filhos têm piano, futebol, aulas particulares. Você trabalha 45 horas (e mais algumas) por semana. Os seus amigos querem que você vá à festa em casa deles. Você coordena uma acção de caridade. Você cuida dos seus pais, dos seus compromissos, das suas finanças e da ida da família aos médicos. O seu carro precisa de ir à oficina. E a propósito, tem de pagar os impostos.

Onde quer que vamos, ouvimos que é hora de desligar, tomar um fôlego, e relaxar. Podemos até ouvir esse conselho. Mas a verdade é que as férias passam a voar, não temos tempo para nós e as nossas tentativas para meditar, orar ou simplesmente descansar passam para último plano. Estamos sempre a “apagar incêndios”. Nós achamos que podemos “fazer acontecer” o sucesso, o amor, a felicidade… Mas você está disposto a considerar que é esta nossa “ocupação” que nos impede de alcançar a verdadeira alegria e paz?

Você está preso no ciclo frenético de “fazer”? Constantemente ansioso, cansado fisicamente ou emocionalmente esgotada? É a sua agitada agenda a prejudicar seu desempenho no trabalho, com os seus filhos, na sua vida amorosa, nas suas amizades ou o mais importante a prejudicar a sua própria saúde e bem-estar?

Se assim for, você precisa perguntar a si mesmo: “Eu sinto-me presente na minha própria vida?” (…)

A nossa dependência da ocupação na verdade decorre do medo. Temos medo de perder algo, de sermos vistos como improdutivo, egoísta, preguiçoso, um mau pai, que não somos bons o suficiente ou, que sejamos ignorados e deixados para trás. Aqui está a verdade… Nós podemos permanecer perpetuamente em movimento para evitar os nossos sentimentos de indignidade. Se nos mantermos incrivelmente ocupados com as coisas pequenas, podemos adiar a pensar nos nossos verdadeiros problemas. A nossa “ocupação” dá-nos uma desculpa para escapar da responsabilidade de ser os nossos eus autênticos e de mudar a nossa vida.

O Divino habita em cada parte de sua experiência – até mesmo na sua ocupação. Você tem acesso a tudo o que você precisa em cada momento. Pare a corrida a confusão e a preocupação. Apenas respire. Tire um tempo para estar no momento presente a cada dia. Mesmo tarefas mundanas podem ser realizadas com plena consciência. Cozinhar o jantar com presença. Mudar a caixa de areia do gato com presença. Encher o depósito de combustível com presença. (…)

Deixe ir, esteja presente e deixe fluir a sua vida bela. Não há pressa. Você tem todo o tempo do mundo.»

Saiba mais sobre o livro AQUI .

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Ser bem-sucedido é a única opção…

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segredosHoje em dia, quase todos trabalhamos em algum tipo de emprego ou carreira e, em média, passamos entre 50% e 90% do tempo em que estamos acordados no trabalho. Como tal, ser bem-sucedido no trabalho equivale praticamente a sermos bem-sucedidos na vida, não sendo esta última normalmente possível se não conseguirmos sobressair na nossa vida profissional. Assim, para ter uma vida fantástica, é imperativo que esteja disposto a esforçar-se por sobressair no seu trabalho.

A natureza do trabalho no século XXI está também a evoluir rapidamente: os tempos em que se tinha um «emprego para a vida» pertencem ao passado e muito poucos de nós passarão a vida a trabalhar numa só organização, no mesmo cargo e na mesma localização. Atualmente, podemos trabalhar a partir de casa ou partilhar uma área de trabalho com colegas, podemos ter patrões e colegas estabelecidos noutros locais que só conhecemos online em videoconferências, muitos de nós têm horários de trabalho flexíveis e, neste mundo sobrecarregado de informação e em que comunicamos 24 horas por dia, sete dias por semana, podemos sentir-nos impelidos a estar sempre a trabalhar. No trabalho, somos pressionados constantemente para ter um bom desempenho e para nos esforçarmos mais; ser simplesmente mediano ou satisfatório não é suficiente, visto que as organizações reduzem a sua mão de obra e suspendem contratos de trabalho regularmente para poupar em custos e eficiência. Em consequência, espera-se que todos nós façamos e alcancemos mais, em menos tempo, com menos colegas e recursos a ajudar-nos.

À exceção daqueles que doam o seu tempo de forma voluntária ou pro bono, todos trabalhamos para receber algum tipo de salário ou remuneração e, em troca desse valor, espera-se que tenhamos um bom desempenho. Os nossos empregadores esperam que nos esforcemos por ser bem-sucedidos no nosso trabalho e, se não o conseguirmos, arriscamo-nos a perder o emprego ou a deixar passar oportunidades de promoção ou aumentos de salário. Para muitos de nós, tentar ser bem-sucedidos é a única opção. Todas estas mudanças no local de trabalho levaram a que a gama de aptidões necessárias para se ter sucesso esteja também a mudar e a evoluir.

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50 Segredos dos Milionários

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1.Todos temos de pensar um bocadinho mais como os economistas (sim, é verdade!) e comportar‑nos de uma forma um pouco mais utilitarista reconhecendo os factos. Infelizmente, há muito tempo tirei o cinzento curso de Economia e não consigo libertar‑me completamente da minha formação, mas estou profundamente convicto de que esta proporciona uma visão mais clara do mundo, tal como qualquer outra ciência ou ciência social. Este tipo de formação obriga‑nos a quantificar o que «existe», a atribuir um número às coisas e a pensar na utilidade e no valor desse número.

2. Devemos parar todos para pensar um pouco, deixarmos de nos comportar impulsivamente e começar a planear os nossos passos. Mantendo‑nos fiéis à minha abordagem utilitarista, devemos reconhecer que estamos muito longe de sermos seres racionais e que somos atormentados por fobias, paixões e receios que têm de ser compreendidos, dominados o mais possível e, depois, utilizados para nos ajudar a acumular energia e entusiasmo para as coisas que realmente nos interessam. No entanto, a preparação do futuro exige um plano, e elaborar um plano obriga‑nos, inevitavelmente, a parar, a pensar, a escrever (no papel ou no computador) e a deixar de fazer as coisas impulsivamente.

3. Por último, mas de modo nenhum menos importante, devemos analisar a nossa situação financeira de uma forma objetiva porque a acumulação de riqueza tem, na realidade, a ver com números concretos e com dinheiro. Temos de pensar no nosso futuro da mesma forma que os gestores de uma empresa pensariam no destino da mesma. Se quisessem ser bem‑sucedidos por exemplo na década seguinte, teriam de planear, racionalizar, analisar os pontos fortes e as fraquezas da sua empresa e, por fim, pensarem no que ela é, ou seja, no que representa.

Saiba mais sobre o livro aqui.

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“A Verdade Nua e Crua”… de Kevin O’Leary

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Aquela mulher em Beacon Hill estava longe de ser pobre. Tinha meios, mas nunca aprendera a gerir as suas finanças. Tinha medo e estava sozinha. Os olhos encheram-se-lhe de lágrimas. Se estivesse a fazer-me uma proposta no Lago dos Tubarões, eu dir-lhe-ia:

— Controle-se. As lágrimas não acrescentam qualquer valor à proposta.Nos negócios, o dinheiro e as emoções não combinam. Mas aquela mulher não estava a pedir-me dinheiro. Não estava a propor-me uma ideia. Estava a pedir-me ajuda. E eu queria ajudá-la.Tentei obter mais algumas informações.— Como recebe agora o seu dinheiro? — perguntei.

— Todos os meses, o rendimento dos investimentos é depositado diretamente. E depois há outro depósito automático que me aparece na conta uma vez por mês, só não sei bem de onde vem. Uso o cartão bancário para fazer levantamentos das contas. Tenho tanta vergonha de saber tão pouco sobre as nossas finanças!

— Já falou com o seu gestor de conta?

— Já, mas não percebo nada do que ele me diz. Nunca fui muito boa com dinheiro, e era por isso que o meu marido tratava de tudo.

— E porque veio pedir-me ajuda?

— Talvez porque acredito que me dirá a verdade.

Inclinei-me para ela como se fosse dar-lhe a informação mais importante que alguma vez receberia.

— Ouça-me com muita atenção — disse-lhe. — Até que saiba exatamente qual é a sua situação financeira, até ter uma noção claríssima da sua situação monetária — dos fluxos que entram e que saem, das despesas, das poupanças, dos investimentos, de tudo, e até consultar um perito —, não pode dar dinheiro NENHUM. Nada. Nem aos netos, nem aos irmãos. Nem um tostão. Compreende?

Ela acenou com a cabeça, ainda lutando contra as lágrimas. Aquela mulher precisava que alguém de confiança lhe examinasse as contas e elaborasse um plano financeiro intuitivo que lhe fosse fácil de seguir e garantisse que o dinheiro lhe duraria até ao fim da vida. Dei-lhe o meu cartão e o número de telefone de um bom amigo que é um excelente consultor financeiro, e recomendei-lhe que se mantivesse em contacto.

Ao afastar-me, não me senti muito bem com a conversa. Estremeci ao pensar como é fácil que tudo corra mal a alguém sem qualquer sentido financeiro, mesmo que tenha dinheiro. Uma reviravolta desfavorável no mercado, um mau empréstimo, um investimento mal aconselhado e todo o dinheiro pode desaparecer. E depois, quem tomaria conta daquela mulher?

A inspiração para este livro nasceu desse momento, de uma conversa casual numa esquina com alguém que, em desespero, me pediu ajuda com as suas finanças. Apesar de as pessoas sempre me terem pedido conselhos em matéria de investimentos, nunca me considerei um perito em finanças pessoais. Mas sou perito em dinheiro. Por isso, este livro vai ser diferente dos outros livros que oferecem conselhos financeiros. Este livro não será só sobre dinheiro, mas sobre a nossa relação com o dinheiro. Sempre acreditei que, se melhorarmos a nossa relação com o dinheiro, teremos mais dinheiro. Vou demonstrar porque é isto verdade, e como construir estabilidade financeira através de uma atitude diferente perante as finanças pessoais.

O meu objetivo é simples: sugerir-lhe formas práticas de poupar dinheiro, investir melhor e cortar nos custos — em todas as fases da vida, do berço ao túmulo. Ensinar-lhe como educar crianças com sabedoria financeira que não gastem demasiado nem se endividem muito cedo. Mostrar-lhe como os jovens podem formar-se com menos dívidas e em melhores condições de pagarem os empréstimos para estudantes. Descrever-lhe como falar aos seus entes queridos sobre dinheiro e como garantir que as suas relações românticas, casamentos e parcerias não sejam ensombrados por dívidas, gastos excessivos e preocupações financeiras. Ajudá-lo a evitar erros frequentes com crédito e cartões de crédito, na compra de casas ou carros ou na dissipação de fortunas em produtos de luxo que não se valorizam com o tempo.

Mas, acima de tudo, guiá-lo através de todas as fases da vida e pontos decisivos, ajudando-o a chegar, na sua velhice, a um ponto em que o dinheiro e a liberdade lhe tragam conforto e segurança. Está pronto para iniciar este trajeto comigo? Então vamos começar.»

Saiba mais sobre os livros AQUI.

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Jacob Barnett – O menino prodígio

Uma reportagem na Sic Notícias sobre Jacob Barnett o menino prodígio do nosso livro Salvo pelas Estrelas. Um livro escrito pela sua mãe Kristine Barnett sobre a história verídica de Jacob desde que lhe foi diagnosticado Autismo. Actualmente, Jacob tem frequenta a Universidade e é apontado como um futuro investigador e possível candidato ao Prémio Nobel.

 

Saiba mais sobre o livro AQUI.